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MCall | 25/06/2025: Corte no seguro rural, Nobel para Trump e Brasil entre crises e recordes

  • junho, 25

O governo brasileiro anunciou um corte expressivo no orçamento destinado ao seguro rural, reduzindo quase pela metade os recursos para a política que protege produtores contra perdas climáticas. A medida chega em um momento delicado para o agro, setor diretamente afetado por eventos extremos e cuja importância para o PIB nacional é incontestável. A notícia contrasta com o bom momento para as exportações: após o controle da gripe aviária, 17 países retiraram os embargos ao frango brasileiro, sinalizando uma reabertura dos mercados. Em paralelo, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deve elevar a mistura de etanol na gasolina de 27% para 30%, reforçando o papel da bioenergia, que já representa 30% da matriz energética nacional, segundo estudo da FGV.

Na política, o Congresso Nacional corre contra o tempo para aprovar o aumento no número de deputados. A medida, ainda controversa, é defendida por parlamentares que alegam desequilíbrio na representatividade populacional entre estados, mas enfrenta resistência da opinião pública. Enquanto isso, o governo tenta implementar iniciativas para aliviar as contas públicas: o valor das devoluções do INSS caiu de R$ 6,3 bilhões para R$ 2,1 bilhões após a revisão de critérios, e um novo programa federal permitirá que hospitais privados troquem dívidas por atendimento no SUS.

No setor financeiro, o BNDESPar — braço de participações do BNDES — anunciou que voltará a investir em renda variável, com um plano de alocação de R$ 10 bilhões. A decisão reforça o papel estratégico do banco no mercado de capitais. Já no mundo dos criptoativos, Hashdex e Buena Vista uniram forças para lançar um ETF que combina bitcoin e ouro, uma proposta que busca unir inovação com reserva de valor tradicional. No exterior, Bancos Centrais de países do G20 criticaram as stablecoins, afirmando que elas ainda têm desempenho ruim como moeda de troca — uma crítica que reacende o debate sobre a regulamentação dos ativos digitais.

Em outra frente corporativa, a Amazon ordenou que seus funcionários se mudem para outras cidades, como parte de uma reestruturação interna que visa otimizar a alocação de equipes. No Brasil, a C&A encerrou sua parceria com o Bradesco e assumirá integralmente sua operação de serviços financeiros, num movimento que reflete a tendência de empresas ampliarem sua autonomia no setor financeiro.

Na aviação, a Anac suspendeu de forma definitiva as operações da Voepass, encerrando as atividades da companhia aérea regional após uma sequência de medidas cautelares. Já no setor de energia, o Ibama concedeu a primeira licença prévia para um projeto eólico offshore no país, o que representa um marco para a diversificação da matriz energética brasileira.

No cenário internacional, Donald Trump voltou a ser protagonista. Um deputado republicano o indicou ao Prêmio Nobel da Paz por sua atuação como mediador no conflito entre Israel e Irã. A tensão, porém, ainda não se dissipou completamente. Enquanto o Irã declarou oficialmente o fim das hostilidades, Israel afirmou que seu foco retorna para a Faixa de Gaza. Relatórios apontam que o recente ataque americano atrasou o programa nuclear iraniano em apenas alguns meses, levantando dúvidas sobre a eficácia da ação militar. Trump também comentou que a China deve continuar comprando petróleo do Irã, e afirmou não querer uma mudança de regime que possa gerar caos — uma fala que sinaliza pragmatismo geopolítico.

No noticiário mais inusitado do dia, o casamento de Jeff Bezos em Veneza gerou protestos. Ativistas acusaram o bilionário de ostentação excessiva e exibiram faixas como “If you can rent Venice, you can pay more taxes”, questionando a responsabilidade fiscal das grandes fortunas. Também foi anunciada a ruptura entre a Krispy Kreme e o McDonald’s nos EUA, por questões de custo e distribuição, evidenciando as dificuldades logísticas mesmo em parcerias entre grandes marcas.

Enquanto o futebol brasileiro bate recordes de faturamento, continua mergulhado em dívidas e má gestão, expondo a contradição estrutural de um setor que movimenta bilhões, mas patina em governança. O Brasil segue em sua típica dualidade: crescimento, inovação e destaque global — ao lado de cortes, instabilidade política e velhos desafios.

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