Brasil
• Corte em emendas: Flávio Dino ordenou a suspensão de R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares, destacando restrições orçamentárias.
• Gleisi Hoffmann em evidência: Líder do PT pode ser testada como possível candidata presidencial, indicando movimentações dentro do partido para 2026.
• EMS e Hypera (HYPE3): EMS adquiriu 6% da Hypera, ampliando sua participação no setor farmacêutico.
• Tarifa de Itaipu: O governo brasileiro precisará desembolsar R$ 2,5 bilhões para evitar aumentos tarifários decorrentes de negociações recentes com o Paraguai, que foram criticadas como mal executadas.
• Setor energético:
• Petrobras cancelou a venda de dois campos à Brava Energia (BRAV3).
• EDP Brasil vendeu 90% de sua participação em uma linha de transmissão à Actis por R$ 2,37 bilhões.
Negócios
• Prosus compra Decolar: A dona do iFood adquiriu a plataforma de viagens por US$ 1,7 bilhão, expandindo sua atuação na América Latina.
• FII SHPH11 no Higienópolis: O fundo imobiliário da Rio Bravo aumentará sua fatia no Shopping Higienópolis para 51,4%, se consolidando como controlador do ativo.
• Orizon e Gás Verde: A joint venture focará na produção de biometano a partir de resíduos urbanos, fortalecendo a transição para energia limpa.
Agro
• PIB da soja e biodiesel: Previsão de queda de 6% no setor em 2024, refletindo desafios econômicos e climáticos.
• Grupo Rio Claro: Empresa do setor agrícola entrou em recuperação judicial com dívidas de R$ 20 milhões, destacando as dificuldades enfrentadas pelo setor.
Mundo
• Fusão no setor automotivo: Honda e Nissan firmaram um acordo preliminar para fusão, possivelmente com a Mitsubishi, criando a terceira maior montadora do mundo em volume de vendas.
• Bitcoin e MicroStrategy: A empresa de Michael Saylor comprou US$ 561 milhões em Bitcoin, acumulando 444.262 unidades ao preço médio de US$ 62.257 cada.
• Groenlândia novamente no radar dos EUA: Donald Trump sugeriu que a compra da ilha é vital para a segurança nacional, reacendendo uma proposta controversa de seu mandato.
Destaques mostram consolidações no setor privado e tensões políticas e econômicas no Brasil e no exterior, sinalizando um cenário global de transições estratégicas.