Ir para o conteúdo
  • SOBRE NÓS
  • CONTATO
  • BLOG
Menu
  • SOBRE NÓS
  • CONTATO
  • BLOG

Dólar em queda no primeiro pregão de 2025 mesmo sem atuação do Banco Central

  • janeiro, 03

No primeiro dia de negociações de 2025, o dólar apresentou queda em relação ao real, encerrando o pregão com uma leve desvalorização, mesmo sem intervenções diretas do Banco Central (BC). O movimento foi interpretado como uma correção após uma abertura em alta, enquanto o volume de negociações permaneceu abaixo da média mensal, refletindo um mercado ainda cauteloso.

Cenário de queda do dólar

O dólar à vista registrou uma queda de 0,29%, fechando a R$ 6,1625. Durante o pregão, a moeda oscilou entre uma mínima de R$ 6,1517 e uma máxima de R$ 6,2267. Nos contratos futuros para fevereiro, a desvalorização foi de 0,31%, encerrando em R$ 6,1855. O volume total negociado somou US$ 12,4 bilhões, bem abaixo da média registrada em dezembro, de US$ 17 bilhões.

A sessão foi marcada por uma combinação de fatores que mantiveram o mercado em compasso de espera. A ausência de notícias impactantes sobre a economia global ou doméstica impediu movimentos mais expressivos no câmbio. Além disso, a volatilidade foi limitada pela percepção de que o cenário fiscal brasileiro ainda apresenta incertezas significativas, o que mantém os investidores receosos.

Impactos internacionais e internos

Na parte da manhã, o dólar iniciou o dia em alta, refletindo preocupações com dados econômicos da China que indicaram uma desaceleração em seu crescimento. Esse fator afeta diretamente o Brasil, principal exportador de commodities, podendo reduzir o superávit comercial.

Contudo, essas preocupações foram sendo diluídas ao longo do dia, já que o mercado global em geral já havia precificado os impactos da desaceleração chinesa. Por outro lado, questões estruturais como a possível adoção de políticas protecionistas nos Estados Unidos continuam no radar dos analistas.

Questão fiscal em foco

A questão fiscal continua sendo o principal fator de preocupação para o mercado de câmbio. Dúvidas sobre como o governo irá ajustar as contas públicas e os entraves políticos, como o embate entre Judiciário, Executivo e Congresso, têm potencial para influenciar diretamente o valor do dólar no curto prazo.

Ausência de intervenções do BC

A baixa do dólar ocorreu sem intervenções do Banco Central, algo que chamou atenção. Apesar disso, analistas acreditam que a atuação anterior do BC para conter a volatilidade cambial continua a influenciar psicologicamente o mercado.

Perspectivas para 2025

O câmbio em 2025 dependerá da evolução do cenário fiscal e de como o governo lidará com os desafios de ajuste nas contas públicas. Além disso, fatores externos, como a política monetária global e o crescimento das economias desenvolvidas, também influenciarão o comportamento do dólar frente ao real.

Embora a expectativa seja de uma valorização mais moderada da moeda americana, o ambiente continua incerto, exigindo atenção redobrada dos investidores.

Fale conosco!

Fale com a assistente da Meg, e fique por dentro das melhores atualizações do mercado financeiro.

Fale com a Meg!

Features

Categorias

  • Blog (395)
  • Brasil (11)
  • Finanças pessoais (3)
  • Internacional (7)
  • Macroeconomia (3)

Tags

  • planejamento sucessório

Postagens relacionadas

Choque de energia se consolida e começa a reconfigurar inflação, política monetária e crescimento global

Ler mais +

Petrobras recua, crédito preocupa e guerra no Irã mantém mercado em alerta

Ler mais +

Inscreva-se na nossa Newsletter

Contato

  • 11 98844-6854
  • meg.coutinho@mcfinancas.com.br

Mapa do site

  • Início
  • Sobre nós

Mapa do site

  • Metodologia
  • Contato
Whatsapp Instagram