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As 25 Propostas de Haddad para a Economia em 2025 e 2026

  • fevereiro, 06

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou recentemente uma lista de 25 prioridades para a agenda econômica do governo federal nos anos de 2025 e 2026. Essas propostas estão organizadas em três eixos principais: estabilidade macroeconômica, melhoria do ambiente de negócios e transformação ecológica.

1. Estabilidade macroeconômica: política fiscal e justiça tributária

  • Fortalecimento do arcabouço fiscal: Visa assegurar a expansão sustentável do Produto Interno Bruto (PIB), redução do desemprego, manutenção da inflação em níveis baixos e estabilização da dívida pública.
  • Implementação da reforma tributária sobre o consumo: Início da aplicação das mudanças no sistema tributário, buscando simplificação e eficiência.
  • Regulamentação da reforma tributária: Desenvolvimento de leis para gestão e administração do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), além de fundos e impostos seletivos.
  • Reforma tributária sobre a renda: Proposta de isenção do Imposto de Renda para indivíduos que ganham até R$ 5.000 mensais, acompanhada de tributação específica para milionários.
  • Limitação dos supersalários: Estabelecimento de tetos salariais no setor público para evitar remunerações excessivas.
  • Reforma da previdência dos militares: Revisão das regras previdenciárias aplicáveis aos militares, visando sustentabilidade fiscal.
  • Projeto de lei de conformidade tributária e aduaneira: Iniciativa que valoriza o bom contribuinte e responsabiliza devedores contumazes.

2. Melhoria do ambiente de negócios

  • Nova Lei de Falências: Atualização da legislação falimentar para tornar os processos mais ágeis e eficientes.
  • Fortalecimento da proteção a investidores no mercado de capitais: Medidas para aumentar a segurança e a confiança dos investidores.
  • Consolidação legal das infraestruturas do mercado financeiro: Harmonização das normas que regem as infraestruturas do sistema financeiro.
  • Resolução bancária: Estabelecimento de mecanismos para a resolução de crises em instituições financeiras.
  • Aprimoramento do mercado de crédito: Inclui medidas como execução extrajudicial, consignado do e-Social, uso de pagamentos eletrônicos como garantia para empresas e ampliação de garantias em operações de crédito (open asset).
  • Regulamentação econômica das big techs: Criação de normas para regular a atuação das grandes empresas de tecnologia no mercado nacional.
  • Modernização do marco legal de preços de medicamentos: Revisão das regras que determinam a precificação de medicamentos, visando equilíbrio entre acesso e inovação.
  • Programa Pé-de-Meia: Permissão para que estudantes invistam em poupança ou títulos do Tesouro Nacional, incentivando a educação financeira desde cedo.
  • Modernização do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos e das parcerias público-privadas (PPPs): Atualização das normas para tornar as concessões e PPPs mais atrativas e eficientes.

3. Novo Brasil: plano de transformação ecológica

  • Nova emissão de títulos sustentáveis: Captação de recursos para o Fundo Clima por meio de títulos verdes.
  • Avanço na implementação do mercado de carbono: Desenvolvimento da governança e regulamentação necessárias para o funcionamento do mercado de carbono no país.
  • Novos leilões do Ecoinvest: Promoção de leilões para investimentos em projetos ecológicos.
  • Compra pública com conteúdo nacional: Incentivo à aquisição de produtos nacionais em compras governamentais, aliado a programas de desafios tecnológicos para a transformação ecológica.
  • Estruturação do Fundo Internacional de Florestas: Criação de um fundo destinado à preservação e manejo sustentável das florestas brasileiras.
  • Conclusão da taxonomia sustentável brasileira: Desenvolvimento de uma classificação para atividades econômicas sustentáveis no Brasil.
  • Política de atração de datacenters e marco legal da inteligência artificial: Estabelecimento de diretrizes para atrair investimentos em datacenters e regulamentação da inteligência artificial.
  • Aprimoramento dos critérios de sustentabilidade no Plano Safra e Renovagro: Inclusão de critérios sustentáveis nas políticas agrícolas.
  • Conclusão do mapa de investimentos sustentáveis na Plataforma de Investimentos para a Transformação Ecológica no Brasil (BIP): Finalização de um guia para direcionar investimentos em projetos ecológicos no país.

O pacote de medidas levanta discussões sobre seu impacto no crescimento econômico, no ambiente de negócios e na carga tributária. Algumas propostas geram expectativas positivas, enquanto outras são alvo de críticas e questionamentos.

E você, o que acha dessas diretrizes para os próximos anos? Acredita que elas podem trazer avanços para a economia ou vê desafios na implementação?

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