No Brasil, a New Era, licenciada de vestuário e acessórios da NFL, registrou um aumento de 56% nas vendas de produtos ligados ao futebol americano nos últimos três meses. Esse crescimento reflete o aumento do interesse pela NFL no país.
Além disso, surgiram boatos de que quem não conseguir um convite para eventos exclusivos na Faria Lima pode perder o direito de se considerar parte da elite do mercado financeiro – será que procede?
O Grupo Mateus (GMAT3) entrou na mira da Receita Federal, recebendo um auto de infração de R$ 1 bilhão por questões tributárias. Curiosamente, a empresa confirmou que agiu como questionado pela Receita, mas dentro da legislação vigente. Mais um capítulo no caótico sistema tributário brasileiro, que promete longas batalhas judiciais.
Já a Dasa está em negociações para vender suas operações de corretagem e consultoria de seguros, após enfrentar desafios financeiros nos últimos tempos, incluindo um aporte bilionário dos acionistas para manter a empresa de pé. Há rumores de que uma venda completa pode estar no horizonte.
Em outra notícia corporativa, a Aneel aprovou a combinação de negócios entre AES Brasil e Auren, consolidando ainda mais o setor de energia.
No agronegócio, a BRF está focada em reduzir sua dívida e já abateu R$ 1 bilhão, enquanto a SLC (SLCE3) mantém sua área de plantação de algodão e pretende aumentar o uso de produtos biológicos, visando sustentabilidade e crescimento a longo prazo.
No cenário global, uma nova pesquisa do New York Times mostra que Donald Trump e Kamala Harris estão empatados dentro da margem de erro para a corrida presidencial dos EUA, o que promete uma disputa acirrada.
Dell e Palantir entraram no S&P 500 com o rebalanceamento trimestral do índice, enquanto American Airlines e BioRad Laboratories foram excluídas.
E Warren Buffett continua a reduzir sua participação no Bank of America, agora totalizando mais de US$ 7 bilhões em vendas.
Por fim, os EUA criaram 142 mil vagas de trabalho em agosto, um número abaixo das expectativas.