MCall | Real é a segunda pior moeda em novembro

O Brasil vive momentos marcados por ajustes fiscais e mudanças no mercado. O real fechou novembro como a segunda moeda de pior desempenho global, intensificando preocupações econômicas após o anúncio do pacote fiscal. Gabriel Galípolo, diretor do Banco Central, reforçou que o câmbio continuará flutuante, afastando a possibilidade de intervenções diretas para conter o dólar. Ainda no pacote do governo, a autorização para o uso livre de superávit financeiro de fundos públicos levantou alertas sobre a aplicação desses recursos. No futebol, o Corinthians entrou em um Regime Centralizado de Execuções, medida semelhante à recuperação judicial, para reorganizar suas finanças. No cenário corporativo, a Embraer avançou com um financiamento de R$ 200 milhões para o desenvolvimento de seu “carro voador”. A Advent, gigante do private equity, adquiriu a Siesa, companhia colombiana com atuação semelhante à brasileira Linx. No setor agro, a Justiça autorizou o Banco do Brasil a reter recebíveis da Agrogalaxy, em recuperação judicial, e a Minerva suspendeu abates em um frigorífico em Goiás devido à alta do boi. No plano global, Trump ameaçou taxar os países dos Brics em 100% caso abandonem o padrão dólar, enquanto a Meta revelou planos de instalar 40 mil km de cabos submarinos de fibra ótica para expandir sua infraestrutura de inteligência artificial. Já no setor de bebidas, a dona da Stolichnaya entrou com pedido de recuperação judicial nos EUA, revelando passivos de até US$ 100 milhões.